ando com frequência pensando que esse ano eu morri, mas que ano que vem eu não morro. faço o caminho da faculdade pra casa e cada passo é uma pequena reza ao tempo. penso que vou morrer porque, afinal, tudo acaba. mas tudo bem, tudo bem. acho que não fiz dos meus dezenove anos um ano ed kennendy, o que significa que eu posso acabar sem fazer dos meus vinte um ano ultrarromântico, o que possivelmente é uma coisa boa. tudo bem. suspiro resignado. o barulho do sereno bate na janela. deve ter alguma alteração que eu não estou captando. ou continua tudo igual mesmo?
(isso foi escrito em 12/11/2014
2015 foi um ano ultrarromântico)
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